Com "A minha moca" divirto-me a valer. A sério que sim. Rio-me como uma perdida. E pelo meio daquela escrita humorística/séria, na linha do "a brincar é que o macaco coisa e tal", a rir, vou retendo algumas frases/ideias que trago à espuma dos meus (maus) humores. Como esta: "E, em certas situações, o humor está para a dor psicológica, como as endorfinas para a dor física." ou esta: "É verdade que a vida nos faz coisas tão terríveis, tão inimagináveis... tanta dor física e psicológica, tanto sofrimento, tanta desesperança, que só passando por "lá". Mas são experiências pessoais e nada mais. São desabafos, são comportas de descompressão das nossa represas interiores que valem o que valem, para nós e não para os outros.".
Para além de sonoras gargalhadas, o que leio neste blogue tornam-se lições, que procuro praticar na vida real, fora deste rectângulo, lições como esta:
"Há tempos disse (não sei se aqui...) que o medo é o motivo principal que leva os cães a atacar. E a melhor maneira de ganhar a confiança de um cão, é pormo-nos ao seu nível. Se nos colocarmos de cócoras, parecemos menos volumosos e assustadores aos olhos do animal.
Com os jovens (aprendi isso há pouco tempo) acontece algo semelhante. Se descermos do nosso pedestal de arrogância, se soubermos estender a mão em vez de levantar o pau (esta não soou muito bem, pois não? lool), se tivermos a humildade de ouvir e aprender em vez de decidir e impor, eles não precisam de açaime.
Às vezes roem-nos os sapatos, mas só porque ainda são cachorros."
Não me lembro como esbarrei nesta moca - mas foi, na certa ao estilo de "siga aquele blogue". E é para continuar a seguir.
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